Levar ou não um filho até um fono pode ser uma dúvida de muitos pais.O fonoaudiólogo é o profissional capacitado para trabalhar a comunicação humana, de diversas maneiras, assim, algumas queixas que levam a buscar pelo atendimento desse profissional são:

Criança com atraso de fala ou de linguagem, isto é, quando possui um baixo repertório linguístico e de sons, ficando aquém do esperado para crianças da sua faixa etária. Por exemplo, quando a criança possui dois anos, é esperado que ela emita frases simples, de duas palavras. Com três anos, que ela consiga contar/narrar as atividades que realizou na escola com os amiguinhos. Há marcos do desenvolvimento que devem ser observados para saber se há ou não atraso.

Criança com trocas na fala, apresentando trocas, omissão ou distorção de sons, o que pode causar uma dificuldade de compreensão da sua fala pelo outro e até mesmo interferir no processo de alfabetização, levando em consideração que escrevemos do modo que ouvimos oralmente. A criança pode apresentar especificamente uma troca, omissão ou distorção em sua fala ou diversas destas. Alguns exemplos: fala “tasa” para se referir a casa, “paia” para se referir a praia;

Dificuldade de aprendizagem, seja de leitura, escrita, que prejudique seu processo de ensino-aprendizagem;

Dificuldade de compreensão, apresentando respostas pouco coerentes ao outro, ou não seguindo comandos como “pega”, “dá”. Para que a criança venha a desenvolver a expressão de suas ideias é necessário que inicialmente ela compreenda o que lhe é falado;

Fala repetitiva ou ecolalia vocal, quando a criança realiza a imitação do modelo vocal do adulto ou de outras pessoas, sem a presença de um diálogo com outro ou da sustentação de suas próprias ideias e necessidades.

Além destas, outras dificuldades podem sugerir a necessidade de acompanhamento fonoaudiológico. Em caso de dúvidas, entre em contato e agende uma conversa.

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